Queria, como no passe de mágica,
deixar de lado a insegurança
que chuvisca em meu pensamento..
Chuva fina e incessante... ácida e capciosa...
Talvez crie no meu mundo um sol pertinente...
E a visão do arco-íris seja a prova que embaixo do tapete ainda molha...
Como tantas outras coisas em que a miopia é escape...
Como sombra de mim mesma, convivo com o sentimento do pretérito.
Passado imundo e vil
Estou míope, senhores!
Quero a árdua solidão do mundo!
terça-feira, 11 de março de 2008
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Efeito Ângela Pralini
Hoje eu conheci uma mulher fascinante.
Ângela Pralini, uma doida!!
Uma loucura quase santa..
Ângela Pralini, uma doida!!
Uma loucura quase santa..
Ângela me fez tomar um café amargo.
Puro café, sem açúcar nem adoçante.
Puro café, sem açúcar nem adoçante.
Exerci algum efeito em Ângela? [creio que não...]
Eu não sou a mesma, algo mudou e não sei o que é.
Aprendi a técnica de criar o silêncio.
A cotidianice está me entediando...
Será que estou plagiando Ângela?
Que mulher forte!!
Tem lá suas futilidades, somos mulheres.
É-nos permitido ataques de mulherice...
O que escrevi não é meu, exceto o café amargo,
o que em mim mudou e o cigarro.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
terça-feira, 4 de setembro de 2007
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Nonada ou Infelicidade Clandestina
Uma infelicidade clandestina invadiu meu dia
Soturnamente fez-me ter os olhos marejados.
Não bateu, nem pediu licença.
Apareceu sob a forma de dor no peito.
Sintomas de saudade.
Saudade de tudo o que ainda não vi.
Nem vivi, nem senti.
Do passado, restam-me apenas lembranças.
Soturnamente fez-me ter os olhos marejados.
Não bateu, nem pediu licença.
Apareceu sob a forma de dor no peito.
Sintomas de saudade.
Saudade de tudo o que ainda não vi.
Nem vivi, nem senti.
Do passado, restam-me apenas lembranças.
Quero o hoje! Agora! Já!
Quero ser um segundo.
Não existo mais e torno a ser novamente.
Assim como um piscar de olhos.
Nonada...
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Suores de amor

Meu coração, quase não se conteve.
Sairia pela boca se não respirasse fundo.
Minhas mãos não sabiam o lugar ideal para esconder o nervosismo.
E quando tocaram as suas, já tinham 40º.
Os lábios se contorciam, para resistir aos seus.
Chega!!
Boca, boca, língua, céu, doce...
Molhados.
Olhos fechados, sabores explorados.
Sede, tremor e desejo.
Explosão de urgências em cada pedaço.
Fome de anteontem.
Lábios nervosos, mãos fervorosas, pernas bambas.
E o coração?
Acelerado...
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