quarta-feira, 12 de setembro de 2007
terça-feira, 4 de setembro de 2007
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Nonada ou Infelicidade Clandestina
Uma infelicidade clandestina invadiu meu dia
Soturnamente fez-me ter os olhos marejados.
Não bateu, nem pediu licença.
Apareceu sob a forma de dor no peito.
Sintomas de saudade.
Saudade de tudo o que ainda não vi.
Nem vivi, nem senti.
Do passado, restam-me apenas lembranças.
Soturnamente fez-me ter os olhos marejados.
Não bateu, nem pediu licença.
Apareceu sob a forma de dor no peito.
Sintomas de saudade.
Saudade de tudo o que ainda não vi.
Nem vivi, nem senti.
Do passado, restam-me apenas lembranças.
Quero o hoje! Agora! Já!
Quero ser um segundo.
Não existo mais e torno a ser novamente.
Assim como um piscar de olhos.
Nonada...
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Suores de amor

Meu coração, quase não se conteve.
Sairia pela boca se não respirasse fundo.
Minhas mãos não sabiam o lugar ideal para esconder o nervosismo.
E quando tocaram as suas, já tinham 40º.
Os lábios se contorciam, para resistir aos seus.
Chega!!
Boca, boca, língua, céu, doce...
Molhados.
Olhos fechados, sabores explorados.
Sede, tremor e desejo.
Explosão de urgências em cada pedaço.
Fome de anteontem.
Lábios nervosos, mãos fervorosas, pernas bambas.
E o coração?
Acelerado...
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Declaro morte

Meu dia foi aterroziante.
Todo o tempo, agi sufocando a vontade de ser amável
A cada minuto eu vi uma flor brotar em meu coraçao,
E ser destruída.
Porque tenho que mudar?
Eles venceram?
[Eles sempre vencem?]
[Eles sempre vencem....]
E quanto a mim?
De que me valem canções românticas
Se elas não secam as lágrimas que
descontrolavelmente caem de dentro de mim...
Não! Não! Não!
Não quero essa dor!!
Não vou carregar tanto sentimento.
Declaro minha morte.
Morri para noites estreladas que só me lembram você.
‘Mortinha da Silva’ estou para seus os beijos e
para o desejo incontestável de te amar prasempremente...
quinta-feira, 31 de maio de 2007

As horas se arrastam lentamente.
A existência não justificada, nem explicada
de sentimentos confusos, doloridos é a certeza de
que tudo em mim quer me destruir...
As verdades estão embaixo do tapete.
Quero o silêncio absoluto, para que
mentiras sinceras venham à tona e
garatam a normalidade.
Hoje, tudo envelheceu cedo.
A incerteza de que um lindo dia de
chuva, traga o riso de volta,
me faz sufocar no mar de lágrimas.
E o mar revolto questiona à nau:
- O quão sólido és?
A existência não justificada, nem explicada
de sentimentos confusos, doloridos é a certeza de
que tudo em mim quer me destruir...
As verdades estão embaixo do tapete.
Quero o silêncio absoluto, para que
mentiras sinceras venham à tona e
garatam a normalidade.
Hoje, tudo envelheceu cedo.
A incerteza de que um lindo dia de
chuva, traga o riso de volta,
me faz sufocar no mar de lágrimas.
E o mar revolto questiona à nau:
- O quão sólido és?
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